Houve uma batida na porta e eu gemi quando o som ecoou.
— Não… vai embora.
— Amy? — A voz de Ronnie ecoou e eu gemi de novo. — Joaninha. Precisamos conversar.
Rowan entreabriu um olho.
— Por que tem alguém esmurrando a porta? — Eu me sentei com uma careta. Meu corpo estava sensível. Eu me virei e conferi a hora.
— São nove da manhã.
Esfreguei os olhos. O lençol deslizara pelo meu corpo e eu ofegara de novo. A sensação do tecido colocara meu corpo em alvoroço. Minha pele se arrepiara e Rowan este