Lynn estava esperando com minha mãe do lado de fora. As duas ergueram o olhar quando nós saímos da casa. Ela começou a tremer um pouco, mas Toya e eu fingimos não ver.
— Pronta para ir? — Chamei.
Minha mãe sorriu e esfregou o ombro dela.
— Lynn quis pedir um favor.
Eu me aproximei e esperei.
— Certo…
Lynn se remexeu por alguns segundos.
— Eu sei que isso é só um curativo. E que não vai me ajudar a processar nada do que aconteceu. — Ela estava ganhando tempo e tentando se explicar.
— Só peça. — I