As palavras dela me pegaram de surpresa. Não porque fossem verdadeiras, mas porque ela acreditava que eram. — Oh, querida. — Segurei o rosto dela entre minhas mãos. — Só porque você é uma xamã e enxerga mais do que deveria, não significa que eu precise acrescentar mais coisas para arruinar sua infância. Você é uma criança, e eu quero que continue assim até ser mais velha.
Ela fez bico. — Mas por quê?
Abaixe-me para ficar na altura dela. — Ser adulto não é o que parece ser. Temos contas e respons