Helena estava deitada, os olhos cobertos pelo braço, respirava suavemente. A porta do quarto se abriu e se fechou, quase não ouvia os passos de quem entrou. Ela se sentia segura naquele lugar, apesar de saber muito bem que estava no covil inimigo.
— Rafa, acho que preciso dormir um pouco. - Helena anunciou, mantendo-se relaxada, como estava. A pessoa se aproximava, devagar. - Rafa?
Ao tempo de abrir os olhos, um homem, parecido com Rafael, se atirou sobre ela, agarrando seu pescoço com ambas a