— Não deseja saber nada sobre mim? - O homem se atrevia a perguntar, a Helena, algo. Avançava sobre a muralha de desinteresse dela.
— Senhor, não me leve a mal. - Ela suspirou. - É um homem bonito, atraente certamente, mas preciso do emprego e não posso me dar ao luxo de me envolver com clientes. Meu patrão se sentiria desconfortável e cheguei há pouco na cidade, preciso da misericórdia dele. - Ela baixou o olhar. - Agradeço pelo flerte, mas... - Ela se acanhava. - É um elogio, mas não é aprop