Dario se desesperava, Helena, ainda que armada, estava com uma barra de aço na mão, as sobrancelhas erguidas e parecia contar passos, com um dedo tambolirando, suavemente, o pé-de-cabra em sua mão. Ela maneou a cabeça. Dario contava, mentalmente: um, dois, três. Luiz, ao seu lado, via a mesma tela, descrente. Helena avançou, em um bote.
Gregory, sem que houvesse tempo de reação, virou-se para o vulto em seu ponto cego, não teve tempo de se posicionar, sentiu a pesada barra de aço bater contra