Dario entrou no quarto dela. Helena ainda enredada e amarrada, a mão esquerda ferida, suja da terra seca que a cobria, como canela. Ele a deitou na cama, sem a libertar. Era aquela raiva, curtida por anos, que ele precisava, era aquele seu sinal. Ela não era indiferente.
— Fala comigo e eu solto você. - Dario determinou, sentando-se longe dela, ainda, naquela delicada situação em que ela estava, ele não conseguia mais prever quem era sua Helena. Ela virou o rosto para o sentido contrário. Era