Capítulo Vinte e Três — Ameaças em curso...
Simon Duarte
A luz da manhã entrava pela janela, mas o quarto ainda tinha cheiro de noite. Cheiro do nosso corpo, do suor, de leite, de pele. Noah dormia ao meu lado, com a boca encostada no meu peito, sugando devagar, como se o corpo dele ainda não tivesse entendido que o tempo passou.
Eu estava acordado. E duro, cheio de tesão e vontade dele. Não só por causa do toque dele, mas pelo que a gente viveu. Pelo que a gente ainda queria viver. Sua boca ainda me sugando, sua vulnerabilidade e a mi