Secredos Corporativos: Controle e Sedução

Secredos Corporativos: Controle e SeduçãoPT

LGBTQ+
Última actualización: 2025-04-08
Debora Araujo  Completo
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Resumen
Índice

No coração de uma das maiores corporações da cidade, onde ambição e traição caminham lado a lado, Ester vê sua vida mudar drasticamente ao receber uma promoção inesperada. O convite vem de Laura, a nova e enigmática gerente do setor de qualidade, cuja presença magnética esconde intenções que vão além do profissional. Mas aceitar essa oferta significa entrar num jogo de manipulações onde cada escolha pode ter consequências irreversíveis. Bruno, carismático e sedutor, não pretende perder espaço. Acostumado a sempre conseguir o que quer, ele percebe que sua influência sobre Ester está ameaçada e começa a revelar um lado mais sombrio. Enquanto isso, Julia, sempre atenta aos bastidores da empresa, percebe que há algo muito mais profundo acontecendo entre os três e que Ester está se tornando o centro de uma disputa perigosa. Mas ninguém dentro daquela empresa conhece melhor as verdadeiras regras do jogo do que Letícia, do RH. Por trás de sua postura neutra, ela sabe de segredos que poderiam destruir carreiras e já viu muitas pessoas serem engolidas por esse ambiente. E agora, ao revelar para Ester verdades ocultas sobre Laura e Bruno, ela à coloca diante da decisão mais difícil de sua vida: quem realmente merece sua confiança? Para piorar, a chegada de Ricardo, um recém-transferido com um passado ligado a Laura, ameaça desequilibrar ainda mais o tabuleiro. Entre alianças instáveis, traições e um desejo impossível de ignorar, Ester percebe que não há inocentes dentro daquela empres, apenas jogadores. Quando paixão e ambição se misturam, quem realmente sai vencedor? Um romance repleto de intrigas, manipulações e um triângulo amoroso intenso. Em um jogo onde ninguém diz toda a verdade, até onde Ester está disposta a ir para vencer?

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Capítulo 1

Capitulo 1: Sob a Superfície

3 anos atrás

Roma | Itália

Mansão Grecco

— Não chore minha pequena, esse maledetto do Pietro Castelamari, vai pagar muito caro por tê-la humilhado dessa maneira. Ninguém faz a filha de Domenico Grecco sofrer. Esse bastardo vai pagar e com o que mais dói.

— Eu quero que Pietro sofra e que implore pela morte, mas ela nunca chegue. Esse desgraçado me tratou pior do que uma puttana babo e isso não pode ficar assim. Estamos prometidos um ao outro desde nossa infância e esse maledetto casou com outra. Ele tem que pagar!

Enquanto sua filha Anna chorava e soluçava em seus braços, Domenico apenas planejava em sua mente a sua vingança. Se tinha uma coisa que os Grecco honravam como ninguém, era a palavra. Para eles a palavra uma vez dada, tinha que ser honrada, mesmo que custasse a sua própria vida. E seria isso que aconteceria, sangue seria derramado e nem mesmo a amizade de anos que tinha com Antônio Castelamari, o faria voltar atrás.

— Não chore mais pequena, tu nasceste para brilhar, como a estrela que és. Recomponhasse e antes do nascer do Sol tudo já estará resolvido.

— Te amo babo.

— Tu és minha vida e o que me motiva a permanecer vivo. Por isso, saiba que enquanto eu existir ninguém te fará mal. Agora vá! Chame sua mãe para fazer compras, divirta-se e sorria, pois foi para isso que tu vieste ao mundo.

Anna beija a mão de seu pai e com um sorriso no rosto, se afasta saindo do escritório. Em seguida Domienico coloca seu plano em ação e dá uma única ordem à Brutus, seu homem de confiança.

— Quero que dê um fim em Ariela Castelamari, hoje!

Brutus com as mãos rente ao corpo e com olhar mortal, apenas assente em positivo.

— Sem vestígios e tudo limpo como sempre. Agora vá!

Brutos dá meia volta e em instantes o som da gigantesca porta de madeira do escritório é fechada. Domenico apenas tem tempo de fumar um charuto e beber duas doses de whisky, quando o som do telefone ecoa por todo o ambiente. Segurando o copo em uma das mãos e com o charuto na boca, ele atende a ligação, colocando no viva-voz. Ouvindo apenas uma respiração pesada e um grito ensurdecedor, já estava ciente de que sua ordem havia sido executada.

A ligação é finalizada e outra é feita logo em seguida.

Antônio: — Alô!

Domenico: — Meus pêsames Antônio!

Antônio: — Domenico? Do que estás falando?

Domenico: — Vendetta! Ela nunca falha! Olho por olho e dente por dente. Agora teu filho vai sentir na própria pele o que é sofrer.

Antônio: — Temos um pacto Domenico, e tu sabes disso.

Domenico: — Eu honro com minha palavra, mas seu filho não fez o mesmo. O que pensava Antônio, que a humilhação que minha Anna sofreu nas mãos do bastardo do teu filho, ficaria por isso mesmo? — Domenico estala a boca — Não meu caro. A justiça foi feita e logo terá a notícia.

Antônio: — Mas, eu...

"Antonioooooooo... Aconteceu uma desgraça. Ariela, nossa nora, está morta."

Ao ouvir isso, Domenico finaliza a ligação e satisfeito termina de fumar. Sabendo que Pietro Castelamari pagaria em vida, por tudo o que fez sua pequena sofrer, e não existe dor maior, do que perder quem amamos e nada podermos fazer para evitar.

"Essa é a minha lei e ela sempre será cumprida, até o dia da minha morte. Aqui se faz e aqui se paga. Olho por olho, dente por dente." [Domenico Grecco]

********

Dias atuais...

Mansão dos Castelamari

Antônio Castelamari

— Até quando ficará agindo dessa maneira Pietro? — Antônio esbraveja com o filho, que mais uma vez, chega se arrastando em casa, após passar a noite inteira farreando

— Deixe-me em paz! — Pietro esbraveja fechando a porta do quarto, mas Antônio o segue continuando a falar

— Como posso te deixar em paz, se você está a cada dia se afundando mais e mais. Você é meu primogênito e como tal precisa tomar posse dos negócios da família. Pietro, olhe para mim enquanto falo com você.

— Merda! Me deixe em paz! Tudo o que sempre te importou foram essas malditas empresas e comigo, porque não se importa? Não percebe que perdi a mulher que amo? Que estou morto por dentro? Tudo isso é por sua culpa, por ter me prometido a uma mulher que eu nunca amei.

Ao esbravejar tais palavras, Pietro sente os dois lados da face queimar, após levar dois t***s de Antônio.

— CALE-SE P0RRA! Agora mesmo arrume suas malas.

— Para que? — Pietro questiona ainda sentindo o rosto arder

— Vamos viajar para o Brasil. Tenho uma empresa em São Paulo e você ficará a frente dos negócios. E mesmo que não queira, encontrarei uma mulher para posar ao seu lado e te fazer voltar a ter um pouco de dignidade como sempre teve. Já chega de noitadas, mulheres vulgares e de manchar nosso sobrenome. JÁ BASTA!

Antônio esbraveja, contudo consegue o que deseja e no mesmo dia viaja com o filho para o Brasil. Mas, Pietro Castelamari não se curvaria tão facilmente as vontades do pai, e seu único pensamento era:

"Pobre será da infeliz que cair nas minhas mãos. Ela sofrerá as conseqüências por aceitar fazer parte dessa farsa e pela minha vida ter virado esse inferno desde a morte da minha Ariela. Eu sofro, mas todos a minha volta sofrerão comigo. Eu juro!"

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50 chapters
Capitulo 1: Sob a Superfície
Capítulo 2: Tensões no Escuro
Capítulo 3: Jogadas Silenciosas
Capítulo 4: Linhas Cruzadas
Capítulo 5: Escolhas
Capitulo 6: Primeiro dia
Capitulo 7: Bruno
Capitulo 8: Ajustes e Observações
Capitulo 9: Almoço e algo mais...
Capítulo 10: No RH
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