Candice parou à sua frente e esticou a mão, mas foi estranho. Os seus dedos pareciam ter entrado da sua pele e depois saído.
— Não consigo senti-lo. Existem outros aqui?
— Por um tempo, sim. Mas agora é apenas eu.
— O que prende você aqui?
— Acho que não saber o que de fato ocorreu naquela noite. Sinto-me culpado.
— Para você fazer a passagem, precisa se livrar das dúvidas e da culpa. Tentem descobrir o que aconteceu. Acredito que isso será suficiente para encontrar a paz e ir embora.
— Desvend