Logo que amanheceu, retornei à mansão. Ao passar pela porta, Jake estava escorado na parede do corredor que levava ao hall, de olhos fechados. Parei à sua frente e repousei as mãos em sua cintura.
— Sabe do que sinto falta? — Abriu as pálpebras, olhando-me. — De sair para caminhar no sol.
— Sabe por que não pode sair da casa?
— Acha que ficamos presos ao local onde morremos. Eu já tentei sair, mas sempre apareço aqui dentro outra vez.
— Sinto muito. — Acariciei sua face, enquanto ele fazia o me