Quando desembarquei em Nova Iorque, Beth esperava por mim no aeroporto. Ela abraçou-me apertado e desejou-me as boas-vindas. Quando chegamos no meu apartamento, ela destrancou a porta e eu logo entrei, arrastando a gigantesca mala comigo. Pela primeira vez, em dois anos, não me senti mal de estar ali dentro. Parei no meio da sala e respirei fundo.
— O que vai fazer amanhã? — ela perguntou.
— Dar um jeito na minha vida.
— Uau! E do que estamos falando?
— Vou fazer o que há muito tempo já devia t