Poder e status já eram fumaça passageira, restava apenas a responsabilidade.
Bruno abriu a gaveta, tirou um maço de cigarros, pegou um e levou aos lábios. Ao acender, seus dedos tremiam, mas ele não ligou. Contemplou o cigarro entre os lábios, tragando profundamente. A fina fumaça se misturou à profundidade de seus olhos.
A porta da biblioteca rangeu ao ser aberta. Bruno, surpreso e irritado, perguntou:
— Quem está aí?
Entrou a secretária Juliana, sussurrando:
— Sou eu.
— Ah, é você. — Bruno rel