Capítulo 282
Uma lágrima escorria pelo nariz de Eduardo, mas ele não o enxugou.

— Fala direito, Bruno, fala direito para mim!

Bruno respondeu diretamente:

— Estou doente, não vou viver por muito tempo.

— Eu não acredito! — O peito de Eduardo parecia se rasgar.

Mas, naquele momento, não havia como negar a realidade.

Bruno pegou o pequeno frasco de remédio com uma das mãos, o segurando entre os dedos. Ele ainda mantinha a mesma beleza de sempre, a postura elegante, os gestos refinados. Com voz calma, disse:

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