Isabella Duarte Ricci
As horas no porão passaram arrastadas, o tique-taque do relógio imaginário na minha mente se fundia ao som irregular da respiração de Jason. Ele estava amarrado, machucado, sujo de sangue seco, e ainda assim, sorria. Aquele maldito sorriso de quem sabe mais do que diz.
Eu tinha tantas perguntas. E nenhum coração para ouvir as respostas.
— Você perdeu, Jason — murmurei, a voz rouca, o olhar fixo nele como uma faca cravada na pele. — A sua vingança acabou.
Mas ele ap