Já era tarde da noite, Clara já havia dispensado os empregados da família Barbosa. Violeta conseguiu chegar com sucesso à porta do quarto de hóspedes no segundo andar.
Ao abrir a porta, Violeta apertou os punhos, se sentindo nervosa.
Era a primeira vez que ela fazia algo assim. Se não fosse para garantir um futuro promissor para si mesma, ela jamais se submeteria a essa forma desprezível de entrar para a família Barbosa.
Nesse ponto, não havia mais como recuar.
Com um "clique", o som da