Capítulo 31

A porta do quarto do hospital se abriu.

Minha mãe estava sentada na cama, o rosto pálido, mas os olhos brilhando. Ela sorriu quando me viu, estendendo as mãos na minha direção. Eu sentei ao lado dela, segurei os dedos frios e ossudos. Apertei com cuidado, com medo de machucar.

— Filha, você voltou. — A voz dela era fraca, mas tinha uma energia nova. Uma esperança.

— Sempre volto, mãe.

— Os médicos disseram que vou receber alta amanhã. — Ela apertou meus dedos. O sorriso se alargou. — Vou p
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