O carro parou em frente ao hotel.
Olhei pela janela. O edifício era enorme. Vidro e aço. Luzes douradas na entrada. Um tapete vermelho se estendia da calçada até a porta giratória.
— Que hotel é esse? — perguntei, a voz saiu mais baixa do que eu queria.
— O melhor da cidade — Gabriel respondeu.
Ele saiu do carro. O motorista abriu minha porta. Eu fiquei ali parada, olhando para o prédio. Para as luzes. Para o luxo.
Isso é para nós. Para a nossa noite de núpcias falsa.
Engoli o nó na garganta. S