A manhã seguinte não nasceu com o som de uma avalanche de notícias, mas com um silêncio quase sagrado. O sol de São Paulo entrava pelas janelas da penthouse, não como um espectador, mas como uma bênção, a iluminar os destroços da guerra da noite anterior – portáteis abertos, copos de café vazios e, no meio de tudo, duas almas exaustas a aprender a respirar o mesmo ar.
Isabella acordou primeiro. Estava no sofá, com a cabeça no colo de Pedro, uma manta de caxemira sobre si. Ele não dormia. Estava