ISABELLA
Eu acordei com o sol a bater no meu rosto. Por um instante, o pânico instalou-se – a luz do sol significava que eu estava atrasada para algo, que tinha adormecido no sofá da penthouse de Pedro e que o CEO furioso estaria à minha espera. Mas então, a memória voltou, não como um sonho, mas como uma certeza quente e pesada. O contrato no guardanapo. A confissão dele. A minha.
Abri os olhos. Eu estava na minha cama, na minha nova penthouse. E ao meu lado, a dormir profundamente, estava Ped