O clique do trackpad foi um som minúsculo, quase inaudível, mas ecoou na penthouse silenciosa como um tiro de canhão. Estava feito. A bomba digital, a nossa verdade, estava a caminho. Não havia como voltar atrás.
Soltei o ar que nem sabia que estava a prender, os meus dedos ainda a pairar sobre o metal frio, entrelaçados com os dele. A adrenalina do ato, tão audacioso e tão irrevogável, percorreu o meu corpo como uma corrente elétrica. Olhei para ele. A luz do ecrã do portátil dançava nos seus