O apartamento de Isabella nunca pareceu tão pequeno. A caixa de sapatos de grife parecia zombar de sua mesa de centro gasta, e o vestido, quando ela o tirou da capa, derramou-se sobre sua cama de solteiro como um pedaço de céu noturno roubado. Era a coisa mais bonita que ela já tocara.
Por um momento, o pânico a dominou. Aquilo era um disfarce, uma fantasia. Ela era Isabella Clark, a garota de Harvard cuja vida dera uma guinada errada, não a mulher que usava um vestido como aquele. Mas então, a