A segunda-feira de manhã foi a primeira vez que entrei na Montenegro Corp. a sentir que o chão de mármore me pertencia.
O elevador privativo abriu-se, e Pedro saiu primeiro. Ele não foi à frente. Parou e estendeu-me a mão. Na frente de todo o 12º andar, de todos os assistentes e VPs, eu peguei na mão dele.
Caminhamos pelo andar de mãos dadas. O silêncio era ensurdecedor. Cada par de olhos estava fixo em nós. Não éramos mais um boato; éramos uma declaração. O rei e a sua rainha recém-coroada,