As palavras dele – "você vai me mostrar a quem você pertence" – não foram uma pergunta. Foram o som de uma porta a trancar-se, de um destino a ser selado. O ar na sala tornou-se denso, pesado, carregado com a eletricidade de um relâmpago prestes a cair.
Isabella não respondeu com palavras. A estratega dentro dela, a rainha fria e calculista, estava morta, afogada na tempestade de desejo que ele criava. Em seu lugar, estava apenas a mulher. E a mulher respondeu na única língua que importava naq