O baque suave das rodas a tocarem o asfalto da pista privada foi o sinal. A descida terminara. A espera estava quase no fim.
Isabella sentiu a vibração do avião a percorrer o seu corpo, um eco da vibração interna que a consumia. Ela não ousava olhar para Pedro, mas sentia o seu olhar sobre si, pesado como um manto, quente como fogo. A brincadeira dele com o cinto de segurança tinha deixado uma marca invisível nela, uma queimadura de desejo e humilhação que latejava no seu baixo-ventre.
Quando o