ISABELLA
O sol de domingo entrava pelas janelas da penthouse, iluminando a sala de estar.
Estendi o tapete de yoga no chão. Respirei fundo, levantando os braços e alongando o corpo inteiro. Inclinei-me para a frente, tocando os dedos dos pés.
Sem dor. Sem pontadas. Sem falta de ar.
Sorri para o chão. O meu corpo era meu de novo. A cicatriz na lateral do abdômen ainda estava lá, uma linha fina e prateada, e a marca no couro cabeludo estava escondida pelo cabelo, mas a fraqueza tinha ido embo