PEDRO
— Eu vou caçar... — a frase morreu na minha garganta antes de terminar.
Olhei para a porta da UTI. Olhei para o corredor vazio onde Marcus me esperava como uma sombra fiel. E depois olhei para trás, para a cama onde Isabella jazia imóvel.
Se eu saísse... e se ela acordasse? E se ela tivesse medo? E se... se o coração dela decidisse parar de novo e eu não estivesse aqui para segurar a mão dela e ordená-la a ficar?
O medo dessa possibilidade foi maior do que o meu ódio. Maior do que a m