A caminhada de volta para a mesa foi um desfile de vitória. Eu não sentia minhas pernas tocarem o chão; eu flutuava numa nuvem de endorfina e do cheiro de Pedro, que agora estava impregnado em cada poro da minha pele.
Minha calcinha, úmida e fria contra a coxa, era um lembrete constante e obsceno do que acabara de acontecer no mármore do banheiro.
Pedro caminhava ao meu lado, a mão na base das minhas costas — não para me amparar, mas para me exibir. Ele tinha aquele meio sorriso irritante e d