Alana estava sentada na beira da cama, com as pernas meio abertas, sentindo-as dormentes e pegajosas. Tudo ao seu redor era um caos. Ela estivera apavorada enquanto Zacary profanava seu corpo; as batidas na porta também tinham sido aterradoras.
— Oh, querida… sinto muito… — a voz trêmula de Samara se misturava ao som de socos e gemidos de dor.
— Vocês vão se arrepender disso! — a voz ameaçadora de Zacary lhe causou arrepios; seu corpo começou a tremer.
— Fique de pé, Lincoln. Você está preso por estupro — Alana ouviu a voz rouca de Rafael Marroquín. Enquanto isso, Samara pegou um lençol e a cobriu; a sensação de calor foi reconfortante.
— Não, não, não! — gritou Rafael. — Não toquem em nada, deixem tudo como está até a equipe chegar para analisar a cena do crime. E não a toquem, ela precisará fazer alguns exames.
— NÃO! — gritou Alana, e tudo ficou em silêncio.
Ela se levantou e sentiu uma dor horrível em suas partes íntimas, como se tudo estivesse se desprendendo por dentro.
— Ningué