O quarto estava iluminado pela luz suave da manhã.
Era o terceiro dia desde que Amélia havia saído da UTI.
O corpo ainda doía.
A mente ainda tentava acompanhar tudo.
Mas agora… havia um novo desafio à frente.
— Hoje a gente tenta, tá? — disse a fisioterapeuta, com um tom calmo.
Amélia assentiu, ainda deitada.
O coração já estava acelerado.
Não de ansiedade boa.
Mas de medo.
Rafael estava ao lado dela.
De pé.
Atento.
Como se qualquer movimento dela fosse importante demais para ser perdido.
— Eu