O dia começou diferente para Rafael.
Mais leve.
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Ele entrou no escritório com uma tranquilidade que há muito tempo não sentia.
Sem aquele peso constante no peito.
Sem a tensão silenciosa que o acompanhava.
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Daniel percebeu na hora.
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— Tá sorrindo sozinho, cara?
—
Rafael soltou um pequeno riso enquanto colocava a pasta sobre a mesa.
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— Tô em paz.
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Arthur, encostado na porta, cruzou os braços.
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— Isso é suspeito.
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— Não é nada demais.
—
Rafael se sentou.
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— Só… sabendo que as coisas estão