som de martelos ecoava pela casa.
Poeira no ar.
Ferramentas espalhadas.
E, no meio de tudo aquilo…
Amélia.
—
Ela estava parada na antiga sala, agora parcialmente desmontada, observando cada detalhe com atenção.
A parede lateral já havia sido derrubada.
O espaço estava mais aberto.
Mais… vivo.
—
— Isso aqui vai ficar incrível.
—
A voz animada de Angeline veio logo atrás.
—
— Tá bagunçado agora… — respondeu Amélia, com um pequeno sorriso — mas eu consigo imaginar.
—
— Eu também consigo.
—
Angelin