A luz suave da manhã se infiltrava por entre as cortinas brancas da suíte da cobertura. A brisa fresca que vinha da sacada fazia os tecidos balançarem preguiçosamente, como se o mundo lá fora ainda estivesse acordando. Ketlyn abriu os olhos devagar, os cílios se afastando como pétalas tocadas pelo orvalho. O teto alto, branco e ornamentado acima dela, era silencioso — silencioso demais.
Ela não precisou sair do seu quarto para saber que estava sozinha.
Era uma intuição afiada, quase um instinto