O despertador sequer chegou a cumprir sua função naquela manhã.
O quarto ainda permanecia mergulhado na penumbra quando um som estridente rompeu o silêncio absoluto do apartamento.
O celular vibrava incessantemente sobre a mesa de cabeceira. Uma... Duas... Três vezes. O toque insistente parecia urgente demais para ser ignorado.
Isabelly despertou sobressaltada. Abriu os olhos lentamente, ainda presa ao torpor do sono, sem compreender exatamente onde estava. Durante alguns segundos permaneceu im