Pakeers permaneceu em silêncio. Depois apontou para uma cadeira diante da mesa.
— Sente-se.
Sua voz voltou a ser cordial.
— Vamos conversar como velhos amigos.
Adrian acomodou-se lentamente. Continuava elegante. Sereno. Mas seus olhos revelavam um cansaço profundo. Um homem exausto de carregar segredos que já não desejava possuir. Pakeers também se sentou. Cruzou as mãos sobre a mesa.
— O que você quer?
Adrian não hesitou.
— Um contrato.
O velho empresário sorriu novamente.
— Um contrato?
— Que