Adrian não esperou nem mais um segundo. Assim que as portas do elevador se fecharam diante dele, alguma coisa dentro de si simplesmente se rompeu. Ele não podia deixá-la partir daquele jeito. Não depois de tudo. Não depois da verdade. Não depois de finalmente admitir os próprios crimes. Não depois de confessar o que sentia.
Sem pensar, saiu correndo pelo corredor. Empurrou a porta que dava para as escadas. Os degraus pareciam intermináveis. Seu coração batia descontrolado. A respiração queimava