Isabelly sabia exatamente o que precisava fazer. Ou talvez não soubesse. Talvez estivesse apenas correndo contra o inevitável.
Depois de ouvir o depoimento de Ane, depois de descobrir que Adrian havia salvado sua vida, depois de compreender que ele impedira Yara de concluir a execução, algo dentro dela entrou em conflito.
As peças finalmente se encaixavam. Mas, ao mesmo tempo, nada fazia sentido. O homem que protegia testemunhas era o mesmo homem acusado de matar inocentes. O homem que a fazia