O som da porta se fechando foi seguido de um raro e reconfortante silêncio.
A casa, que durante todo o dia estava repleta de vozes, risadas e passos apressados, agora repousava como se respirasse aliviada, um organismo vivo que enfim se acalmava.
Os brinquedos de Nora estavam recolhidos, a cozinha limpa, os copos escorrendo no escorredor, e o sofá, afundado no canto onde Antonela havia se jogado rindo minutos antes, ainda guardava o desalinho carinhoso das almofadas fora do lugar.
No monitor do