A sala de reuniões do último andar da Bianchi Corporations exalava poder. Um santuário corporativo feito de mármore negro, aço escovado e silêncios calculados. O relógio digital embutido na parede marcava exatamente 10h00, e os homens reunidos ao redor da longa mesa mal respiravam.
No centro da tensão, como um soberano cercado por generais hesitantes, estava ele.
Giovanni Bianchi.
Vestia um terno cinza chumbo, talhado com a perfeição que só os melhores alfaiates de Nápoles poderiam oferecer. A