Sophia estava no vestiário dos fundos da cafeteria, sentada sobre o banco de madeira estreito, com os pés descalços e a cabeça levemente apoiada contra o armário atrás de si. O uniforme ainda colava levemente à sua pele por causa do calor da noite, e o batom vermelho começava a desbotar após tantas horas sorrindo, servindo e fingindo que não sentia falta de algo que a corroía por dentro.
O evento havia sido um sucesso. A nova unidade da cafeteria estava cheia, os clientes saíam elogiando, e o g