Giovanni manteve os olhos cravados nela enquanto seus dedos continuavam explorando-a com uma precisão cirúrgica e um domínio cruel. Ele não tocava com pressa. Cada movimento era estudado, como se estivesse esculpindo suas reações com toques sutis e profundos. O som da respiração ofegante de Sophia preenchia o silêncio do quarto, misturando-se ao tilintar quase imperceptível das cordas tensionadas a cada estremecimento involuntário de seu corpo.
— Você sente isso, não sente? — ele sussurrou, cu