Sophia Romano
— Boa menina… — A voz dele era uma carícia grave e cortante, tão baixa que parecia uma prece profana murmurada contra a minha pele em brasa. Os dedos de Giovanni passearam pelas minhas coxas como lâminas de desejo, afiados, precisos, conhecedores de cada centímetro meu. Ele sabia. Sabia exatamente como me despir por dentro, como me desmontar sem pressa.
Agarrou-me com firmeza pela parte de trás das coxas, erguendo-me do chão com a brutalidade elegante de um predador que sabe que a