O quarto estava mergulhado em silêncio, exceto pelos soluços contidos que ecoavam entre as paredes como confissões sufocadas.
Giovanni não soltou Sophia. E ela, embora estivesse nos braços dele, não conseguia conter o tremor.
Ele a puxou com cuidado para sentarem-se à beira da cama. As mãos dele repousaram sobre os joelhos dela, e os olhos, vermelhos, buscaram os dela com uma força quase implorante.
— Sophia… fala comigo. Por favor.
Ela o olhou com dor.
— Eu… Eu não sei por onde começar, Giovan