O tempo dentro do apartamento de Giovanni parecia ter congelado. As paredes imponentes já não ofereciam conforto, apenas ecoavam um silêncio gélido, impenetrável, quase hostil. Nenhuma brisa, nenhum som. Apenas a ausência pesada e absoluta preenchia cada canto como se já soubesse o que estava prestes a acontecer.
Sophia permaneceu horas trancada no quarto.
Por mais que tentasse conter as lágrimas, era inútil. Elas vinham como uma avalanche silenciosa, carregadas de dor, de mágoa, de um orgulho