As palavras saíram como promessa e ameaça ao mesmo tempo.
Havia algo mais bruto nelas, algo primitivo.
Sophia não se moveu. Ela sentia o coração bater alto no peito, mas manteve o olhar firme. Sabia que, se desviasse, ele venceria.
E, no fundo, ela não queria mais ser vencida, queria ser escolhida.
— E o que acontece se… eu não quiser ser sua?
Ele sorriu, lento, perigoso.
— Você quer, Sophia. Até quando me desafia… você me deseja. Eu vejo nos seus olhos. Sinto no seu corpo. Você vibra quando eu