O homem que me segurava me empurra com força para dentro do carro, me arrancando do breve estado de choque em que meu corpo havia mergulhado. Bato o ombro na porta, o ar some dos meus pulmões, e tudo o que consigo fazer é soltar um grito rouco, desesperado.
— NÃO! — minha voz sai alta, minhas pernas se debatem, instintivas. Tento me soltar, esperneio, mas isso só parece irritá-lo ainda mais. Ele me segura com brutalidade, como se estivesse lidando com um incômodo, não com uma pessoa.
— Ei! O qu