Os olhos negros de Bruno, antes tão brilhantes, se ofuscaram instantaneamente, e ele pareceu ser consumido por uma aura de desânimo.
— Eu não comi nada, fiquei o tempo todo em reuniões, nem um gole de água consegui beber. Você vai me acompanhar só por pena? — Disse ele, a voz cheia de um cansaço profundo.
Neste momento, percebi que a conexão silenciosa entre Bruno e eu estava mais fragilizada do que nunca. Não consegui evitar e tive que alertá-lo.
— A Dayane não está em casa, não precisa fingir.