Bruno precisava de um tempo sozinho. Ao empurrar a porta do quarto, meu coração ainda não se aliviava da dor pesada que o tomava.
Estávamos separados por uma simples porta, mas ambos imersos em nossa própria tristeza.
Foi então que uma voz infantil interrompeu meus pensamentos. Sorri levemente, praticando o gesto algumas vezes antes de sair e espiar por cima do parapeito.
— Dayane.
A pequenina, com seus pezinhos, deixava marcas de cada passo que dava sobre o sofá, enquanto dona Rose ficava ao se