Em questão de segundos, que pareceram durar minutos, fiquei sem saber o que Rui estava pensando.
Seus punhos estavam apertados com tanta força que as sombras tremiam, e ele levantava a perna direita apenas para baixá-la repetidamente, controlando com esforço o impulso de se aproximar e verificar o que estava acontecendo.
Eu sabia que ele não conseguia ver claramente o que se passava dentro do carro, mas parecia que nossos olhares haviam se cruzado. Depois de um longo momento, ele se virou e