Na sala de reuniões, Bruno estava parado diante da janela, com uma das mãos no bolso, suas longas pernas cruzadas com uma elegância casual, sem o menor sinal de desconforto por estar em território alheio.
Mesmo apenas ficando ali, imóvel, oferecendo apenas a visão de suas costas, ele emanava uma opressão natural, típica de um superior.
Quem poderia imaginar que um homem tão imponente e impecável fosse o mesmo que, dias atrás, esteve à beira de um colapso, parado no topo de um prédio?
Só de le